Projeto Copinho do Amor é premiado em etapa nacional da Mostra Brasil Aqui Tem SUS

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Desenvolvido pela Prefeitura de Macapá, o projeto Copinho do Amor foi premiado na noite de quinta-feira, 4, como melhor experiência estadual na XVI Mostra Brasil Aqui Tem SUS, que aconteceu no Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde. A iniciativa, que tem o objetivo de estimular o aleitamento exclusivo, concorreu com outras 500 práticas exitosas de todo o país.

“É muito importante o reconhecimento e estímulo desses projetos, principalmente os da região Norte. O papel do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde [Conasems] é auxiliar o gestor e estar presente no dia a dia da gestão para vencer os desafios e proporcionar saúde pública de qualidade aos brasileiros. Projetos como esse reafirmam o nosso compromisso com a consolidação do SUS”, disse o presidente do Conasems, Willames Freire. 

 

Das 500 experiências, 88 foram premiadas em diversas modalidades. Além de receber premiação em dinheiro na etapa estadual, o Copinho do Amor foi agraciado com a produção de um webdocumentário, que será feito pelo Conselho Nacional de Secretarias de Saúde. “Essa premiação vem para consolidar nosso projeto, e é a garantia de que ele será conhecido em todo o circuito nacional, levando e estimulando outras capitais a reproduzirem a prática”, comentou a secretária de Saúde de Macapá, Silvana Vedovelli.

 

Copinho do Amor

 

O projeto é desenvolvido desde 2016 pela equipe de Estratégia Saúde da Família 038, que atua no bairro Brasil Novo, e surgiu da necessidade de fortalecer e incentivar o aleitamento materno exclusivo até os seis primeiros meses de vida do bebê. O experimento tem uma metodologia simples e eficiente de captar precocemente as grávidas e lactantes da área coberta, a fim de dar alternativas de amamentação exclusiva, sem perder a essência, por meio da reutilização de copinhos de frascos de medicamentos, que são esterilizados e ofertados entre os parceiros durante a consulta de enfermagem.

 

Das mulheres que são atendidas, 89% levam até seis meses a amamentação exclusiva, e com seis meses é feita a primeira consulta com odontólogo.

 

Assessoria de Comunicação/Semsa

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